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????????????????????????????????????????????????????????????????????O termo Podologia origina-se do grego arcaico tendo por prefixo Podos = Pé, Pés e sufixo Logos = tratado, estudo, conhecimento. Formando então Podologia: nome da ciência que trata do estudo dos pés. Podologista/podiatra – termo obviamente com as mesmas origens que designa a pessoa que aplica terapia nos pés, com estudo superior ou técnico – científico adequado em Podologia, aprofundado da anatomia, fisiologia, podopatias e conhecimento biomecânico dos pés.

Podologia é um ramo auxiliar da área da saúde cuja atuação concentra-se na anatomia e fisiologia dos pés. Desenvolve conhecimento biomecânico do tornozelo e dos pés, a fim de compreender a marcha e os problemas que a dificultam, podendo desta forma, implementar tratamento prescrito por profissionais da área médica.

No Brasil[editar | editar código-fonte]
Graduação[editar | editar código-fonte]
No ano de 2008 foi criado o primeiro curso de graduação em nível superior (Graduação Tecnológica em Podologia), na Universidade Anhembi Morumbi, integrante da rede mundial de universidades “Laureate International Universities”.

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Desta forma o Brasil conta com podólogos graduados de nível superior, podendo prosseguir seus estudos em pós graduações, mestrado e doutorado.

Graduar-se em Podologia, no Brasil, exige que o aluno passe em um processo seletivo e depois se matricule para estudar durante três anos, podendo ao fim do curso receber um diploma de Bacharelado em Podologia.

O Curso de Podologia da Universidade Anhembi Morumbi foi aprovado pelo MEC – Ministério da Educação e Cultura, através do CONSUN 011/07 de 13/08/2007. Também é reconhecido o Curso Técnico de 1200 hs, habilitando o aluno a ser um profissional com clínica própria, bem como a trabalhar como profissional multidisciplinar em consultórios médicos.

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Calendário bolsa família 2015 caixa (2)Um dos pioneiros na implantação do Bolsa Escola, programa que deu origem ao Bolsa Família, o atual senador Cristóvam Buarque (PDT-DF) foi enfático em recente entrevista à imprensa, em críticas ao atual programa de distribuição de renda do governo federal. Segundo Buarque, ao retirar a palavra “escola” do programa, o governo tirou a ênfase dada a educação, princípio básico para o desenvolvimento econômico e social de pessoas carentes. A transferência da gerência do programa da pasta da Educação para a do Desenvolvimento Social, segundo Cristovam, é uma mostra da visão puramente assistencialista:

Colaborou para isso o fato de o Lula ter tirado o nome ‘escola’ do Bolsa Escola. Quando criei esse nome, havia um objetivo: colocar na cabeça da população pobre que a escola era algo tão importante que ela ganharia dinheiro para o filho estudar. O Lula chegou e disse: ‘A pobreza é uma coisa tão preocupante que você vai ganhar um benefício por ser pobre’. Deixou de ser uma contrapartida para a ida do filho à escola. Essa contrapartida não é cobrada com a devida ênfase. A coisa amoleceu quando Lula tirou o programa do ministério da Educação, onde o Fernando Henrique tinha colocado, e levou para o ministério do Desenvolvimento Social.41

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Muitos analistas e opositores ao Programa Bolsa Família também vêem nele apenas uma espécie de “bolsa eleitoral”, que serviria para subornar as camadas mais vulneráveis da população com transferências de dinheiro para obter eleitores cativos, sem que se constitua numa real proposta de erradicação da pobreza pelo trabalho e pela atividade econômica produtiva. Alguns críticos só se referem ao Programa Bolsa Família pelo seu apelido pejorativo de “Bolsa Miséria” ou “Bolsa Esmola”.42 O programa Bolsa Família está longe de ser unanimemente aceito pela sociedade brasileira. Entre as diversas críticas que recebe no Brasil está a de que geraria dependência, e desestimularia a busca por emprego[carece de fontes]. Não é o que pensa o Banco Mundial.23

À luz de uma série de investigações no terreno, essa crítica revela ser amplamente infundada. A quantia média recebida por uma família pobre é três ou quatro vezes mais reduzida do que o salário mínimo (RS$ 180). Portanto, de qualquer maneira, mais vale descolar um emprego, mesmo que este seja pouco qualificado. Longe de serem indolentes, as famílias interessadas trabalham, de fato, muito mais do que as outras.

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Caderno do aluno 2015 respostas (2)História da educação é uma disciplina curricular de diferentes cursos de formação em Pedagogia, Normal Superior e demais cursos de licenciaturas, além de uma área de pesquisa em expansão no Brasil.

O surgimento desta enquanto disciplina relaciona-se ao surgimento do curso de Pedagogia no Brasil na Universidade do Brasil.

Enquanto área de pesquisa, diferencia-se das pesquisas em História pelas fontes às quais recorre: arquivos escolares, museus escolares, legislações específicas, diários de classe, cadernos de alunos, etc. Os temas de pesquisa são múltiplos também, abrangendo desde as instituições educacionais, representações de infância e da profissão docente, história da educação comparada (entre estados brasileiros e entre países), história das disciplinas escolares, história do ensino superior.

Ao longo de sua história, a educação passa por grandes transformações em sua metodologia e também na forma de transmissão e assimilação de conhecimento. Nas sociedades tribais, a educação era difusa, ou seja, transmitida de pai para filho através da prática e da vivência diárias. Na Antiguidade Oriental, a educação passa a ser tradicionalista, e o ensino privilégio de uma pequena elite, ficando a grande massa excluída e restrita à educação familiar informal. Já a educação grega, buscava a formação integral, corpo-espírito e o debate intelectual. Na Grécia nascem a Filosofia, da Grécia vêm os sofistas, o diálogo socrático, a utopia de Platão e a pedagogia aristotélica, que, embora apresentasse algumas semelhanças com a grega, ao contrário desta, era mais literária do que filosófica.

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Na Idade Média, os parâmetros educacionais fundamentam-se na idéia do homem como criatura divina, que está na Terra apenas “de passagem”, e deve preocupar-se primeiramente em salvar a alma e a vida eterna. Há o surgimento da Patrística, a defesa da fé e conversão dos não-cristãos, e da Escolástica, a mais alta expressão da filosofia cristã medieval, que recebeu esse nome por tratar-se de uma filosofia ensinada nas escolas. A educação no período medieval fica a cargo do clero, que prega uma visão de mundo Teocentrista, com métodos rigorosos e formais. Durante o período do Renascimento ocorre uma transformação nessa visão, o movimento conhecido como Humanismo, esforça-se para superar o teocentrismo, enfatizando os valores antropocêntricos. Acentua-se a busca pela individualidade do homem, do poder da razão e do espírito de liberdade crítica, em oposição ao princípio da autoridade. Por iniciativa de particulares leigos são criadas escolas que melhor se adaptam ao espírito do humanismo. É durante o período que surgem nomes como Erasmo de Rotterdam e Michel de Montaigne.

Também no mesmo período ocorre a Reforma Protestante, à qual a Igreja Católica responde com a Contra Reforma, que entre outras medidas, cria a Companhia de Jesus. A Ordem estabelece uma rígida disciplina e seus seguidores, os jesuítas tinham como objetivo inicial a propagação missionária da fé. No Brasil os jesuítas se dedicaram à pregação da fé católica e ao trabalho educativo. De Salvador a obra jesuítica estendeu-se para o sul, e, em 1570, já era composta por cinco escolas de instrução elementar e três colégios. Porém, o sistema educacional dos jesuítas era elitista e privilegiava esse pequeno grupo à ascensão social.

Com a expulsão dos jesuítas do Brasil a educação ficou em segundo plano para os dirigentes do país e manteve-se assim durante o Império.

Somente a partir da proclamação da República, em 1889, que a educação começou a ser mais valorizada, dando início ao seu processo de desenvolvimento. A partir de então passou a ser mantida pelo poder público, tornou-se obrigatória a todos e foi vista como uma forma de mobilidade social.

No século XX muitas mudanças e conquistas aconteceram na área da educação, mas até hoje, século XXI, luta-se por escolas de boa qualidade a todos.

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IPVA 2015 MG - IPVA 2015 SP - IPVA 2015 RJ (2)SsangYong Motor Company (hangul:쌍용자동차, Predefinição:Kse) é a quarta maior montadora da Coréia do Sul. Seu nome significa Dragões Gêmeos. Em 1997 a Daewoo Motors comprou o controle da companhia, o qual foi vendido em 2000, em virtude de problemas financeiros. No final de 2004 a chinesa SAIC (Shanghai Automotive Industry Corporation) comprou 51% de participação.

SsangYong, pronuncia-se “xuanhiong”.

O Actyon é um utilitário esportivo da SsangYong Tem dois sistemas de tracção, um 4×2 ou 4×4, conforme a opção. Utiliza um antiquado chassis de longarinas, adequado aos jipes ‘a sério’, mas desactualizado para um SUV. O motor Diesel 2.0 litros é de origem Mercedes.

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O Kyron é um utilitário esportivo de porte médio da SsangYong. Possui motor com tecnologia Mercedes Benz, 2.7, 165 cv, 5 cilindros e 20 válvulas e 2.0, 141 cavalos, 4 cilindros e 16 válvulas ambos com cambio automático de 5 marchas da Mercedes Benz modelo W722-6. Possui tração 4×4, 4×4 reduzida e 4×2. Sistema de frenagem a disco com ABS e EBD nas quatro rodas.

O Rexton é um utilitário esportivo de porte médio da SsangYong. É um veículo utilitário baseado no último Mercedes-Benz Classe M-liberada na Coréia com a SsangYong Motor Company no final de 2001. A demanda por esse veículo, na Coréia, foi grande, disponíveis em todo o mundo. Ele pode ser configurado para sete pessoas sem bagagem, ou cinco lugares mais bagagem.

O carro estava disponível com três motores: um 2,7 litros 162 hp, um 2,9 litros diesel e um 3,2 litros 217 hp, motor a gasolina, todos os fabricados sob licença da Mercedes-Benz. Atualmente esta disponivel com tres motores. Dois motores diesel ( 184 e 165 cv) 5 cilindros turbo diesel intercooler e 6 cilindros gasolina.

Em 2006, o modelo recebeu mudanças no estilo, junto com mais conforto e conveniência, e foi renomeado como o novo Rexton II.