Tabela fipe Ipva mg sp rj

Tabela fipe Ipva mg sp rj 8Volkswagen Gol ou simplesmente Gol, é um automóvel da fabricante Volkswagen desenhado no Brasil e comercializado em vários países sob diversas designações, dentre eles México e Argentina. Ocasionalmente pode ser confundido com o Volkswagen Golf, outro modelo fabricado pela empresa.

Lançado em 1980, é considerado um dos maiores sucessos da Volkswagen do Brasil de todos os tempos. É também o primeiro e único carro brasileiro a ultrapassar a marca de 5 milhões de unidades produzidas até hoje, tornando-se, em fevereiro de 2009, o primeiro e único a superar o Fusca em vendas. Pioneiro a tornar-se modelo de entrada da marca Volkswagen do Brasil em mercados internacionais, e é o modelo mais exportado da história do Brasil, com mais de 1 milhão de unidades vendidas para mais de 50 países, embora nunca tenha sido comercializado na Europa, devido à presença do Volkswagen Polo, que, apesar do preço alto no Brasil, é do mesmo segmento que o Gol.

Tabela FIPE carros

IPVA SP

Em 2010 a frota nacional do Gol atingiu 5.152.655 unidades, incluindo todas as versões em circulação do veículo. No mesmo ano, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNSeg) divulgou em pesquisa que o Gol é o veículo mais roubado do Brasil com 21.907 registros.[carece de fontes]

Índice [esconder]
1 História
2 Uso em rallys de velocidade sem reforços estruturais: a fama de robustez
3 Primeira geração
3.1 1980
3.2 1987
3.3 1991
4 Segunda geração
4.1 • Gol Bola
4.1.1 Séries especiais
4.2 • Gol “G3″
4.2.1 Séries especiais
4.3 • Gol “G4″
4.3.1 Séries especiais
5 Terceira geração
5.1 • Gol “G5″
5.1.1 O lançamento
5.1.2 Séries especiais
5.1.3 Carroceria
5.1.4 Motor
5.1.5 Gol Rallye
5.1.6 Séries especiais limitadas
5.2 • Gol “G6″
5.2.1 Gol de 2 portas
6 Inovações tecnológicas
7 Premiações
8 Notas e Referências
9 Ver também
10 Ligações externas
História[editar | editar código-fonte]
O Gol surgiu a partir da necessidade de se criar um sucessor para o Fusca após a segunda metade dos anos 1970 para enfrentar outros veículos com projetos modernos como Fiat 147 e Chevrolet Chevette. Os veículos produzidos pela matriz europeia não atendiam as necessidades do mercado brasileiro devido às condições de estradas e hábitos dos consumidores, exigindo assim uma plataforma mais resistente. O departamento de engenharia da Volkswagen, localizada na Fábrica II, no bairro paulistano de Vila Carioca, passou a desenvolver o projeto desta plataforma com base no primeiro Polo, que fora, por sua vez, projetada na Alemanha, há alguns anos antes por Phillip Schmidt, que na ocasião, atuava na Volkswagen brasileira como diretor de Pesquisa e Desenvolvimento.

O projeto BX se deu início em maio de 1975, após Schmidt vencer a resistência da matriz alemã devido aos insucessos dos veículos brasileiros SP-2 e o TL, e retirou inspiração no cupê esportivo Scirocco, que por sua vez, fora baseado no Golf. O nome Gol veio da tendência em que a Volkswagen tinha de dar nomes aos veículos associados a esportes (Polo, Golf, Derby). Assim, este veículo adotou um nome baseado à paixão do brasileiro pelo futebol

Uso em rallys de velocidade sem reforços estruturais: a fama de robustez[editar | editar código-fonte]
Segundo o jornalista e ex-piloto Bob Sharp, a Volkswagen deu início ao trabalho de preparação dos Gols para participação em ralis de velocidade em 1984, observando as exigências de resistência para a participação neste tipo de prova, como estradas de terras precárias e a necessidade de se trafegar em alta velocidade. A Engenharia de Chassi da VW foi insistente em dizer que não seriam necessários reforços adicionais nas estruturas devido ao fato da estrutura do Gol ter sido superdimensionada.

Para a surpresa da comissão técnica e do público em geral constatou-se, durante o Rally del Lago, no Uruguai, em fevereiro de 1985, que o veículo não possuía reforços em sua estrutura nem na suspensão, o que sempre pode ser confirmado a cada operação de alinhamento de rodas.

No entanto, o uso em rallyes pressupunha a troca integral do monobloco do veículo a cada ano devido às inevitáveis rachaduras junto à coluna A (sustentação da porta). Mesmo assim, por não ser o Gol excessivamente caro para essa operação, passou a ser um dos carros mais utilizados nessa modalidade. Outra modificação que logo passou a ser efetuada por equipes independentes foi a duplicação das bandejas de suspensão dianteira, encaixando duas peças, soldando-as, aumentando assim sua resistência.

Primeira geração[editar | editar código-fonte]
Gol G1/Gol Quadrado
Gol de 1981 Gol 1984
Modelo Gol do fim da década de 1980 da primeira geração.
Visão Geral
Produção 1980 — 1996
Fabricante Volkswagen
Modelos relacionados Volkswagen Voyage
Volkswagen Parati
Volkswagen Passat
Cronologia
ÚltimoÚltimo
Volkswagen Fusca
Volkswagen Brasília
Gol 2ª geração (1994 – 2008)
PróximoPróximo
1980[editar | editar código-fonte]
Estreou com motor carburado de corpo simples e arrefecido a ar, herdado do Fusca, um 1300 apelidado de “Gol Chaleira”, devido ao barulho característico proveniente do motor, com a opção da utilização de gasolina ou álcool como combustível. Era disponível em duas versões: Básica e L. O desempenho era muito fraco, o que minou as vendas do modelo no primeiro ano de vendas.

Foi lançada em 1981 a versão com motor 1600, também arrefecido a ar, devido às constantes reclamações de baixo desempenho do motor 1300. A instalação do novo motor 1600 resultou na retirada do Brasília do mercado no ano seguinte. A versão básica passava a se chamar S e a versão L passava a se chamar LS. Por fora, além de novos emblemas, reportagens da época já destacavam que uma das poucas alterações visuais para o Gol 81 eram os piscas traseiros na cor âmbar (apenas em 1980 eles eram vermelhos).

No ano seguinte surgiu a série especial chamada Gol Copa, com rodas de liga leve, para-choques na cor do veículo, forração especial, faróis de neblina e outros acessórios em homenagem à Copa do Mundo de Futebol deste ano.

Em 1984 foi criada a nova versão BX, ainda com motor 1600 a ar. EM 1985 as versões S e LS ganhavam motor com refrigeração a água (MD 270) de 1.6L com 4 ou 5 marchas, que já era usado no Passat, no Voyage e na Parati. Essas versões traziam faróis, grade, lanternas dianteiras e para-choques idênticos ao Voyage, abandonando os faróis dianteiros sem piscas que invadiam a lateral do carro. O estepe, que era abrigado no compartimento do motor, passou a ser alojado no porta-malas.

Surge, no mesmo ano, a versão GT 1.8 de 99cv declarados. Em 1986 esse motor foi substituído pelo AP-1800 (Alta Performance). Curiosamente o Gol GT jamais teve aerofólio, mas vinha com a inscrição “GT” serigrafada em branco em toda a área inferior do vidro traseiro.

A versão refrigerada a ar ficou como um modelo de entrada, ainda denominado Gol BX. Uma diferença bem visível em relação ao modelo a água era nas lanternas traseiras do BX; a posição de ré não possuía lâmpadas e tinha a lente de cor laranja, a mesma dos piscas traseiros.

A produção do Gol BX perdurou até o fim de 1986. Esse foi o último ano com a opção do Gol refrigerado a ar.

1987[editar | editar código-fonte]
Ocorre a primeira reestilização da primeira geração. O Gol ganha frente levemente mais baixa com capô redesenhado, novos faróis, grade, para choques envolventes, novas lanternas dianteiras e traseiras, essas agora com alojamentos para 6 lâmpadas em cada lado, embora o Gol GTS (e futuramente o GTi) viesse com 5 lâmpadas em cada lado e as demais versões com apenas 3 lâmpadas em cada lado. O Gol GT é substituído pelo Gol GTS com alterações no 1.8, que passou a ter somente o álcool como opção, pois o modelo a gasolina deixava muito a desejar em questão de desempenho para um carro “dito esportivo”. Interessante o fato de a Volkswagen insistir que o Gol GTS tivesse apenas 99cv de potência apesar de estimativas indicarem que ele tivesse entre 105cv e 109cv. Se a Volkswagen admitisse a maior potência, o carro seria taxado com maior imposto, daí o fato de o motor ter a potência nominal tão baixa. O GTS é o primeiro Gol a vir com aerofólio de fábrica. Muda também a nomenclatura das demais versões: a S vira CL, e a LS vira GL. Em virtude do empréstimo compulsório estabelecido pelo governo para conter a alta do consumo decorrente do congelamento de preços imposto pelo Plano Cruzado, surge uma versão C, que substituía a antiga BX e era ainda mais básica que a CL, com motor 1.6, câmbio de 4 marchas e apenas na cor branca e a álcool, destinada a frotas e órgãos governamentais, que durou apenas até o início de 1988.
Gol 1987-1990

1990 Volkswagen Gol 1.8 GTS
Um ano depois da primeira reestilização externa, o Gol deixa de usar o painel de instrumentos baseado no da Variant II e ganha dois painéis: um mais simples, baseado no do Santana CL e um outro mais sofisticado (o Satélite) para as versões superiores GL e GTS. Os retrovisores subiram para a área das janelas das portas, e as colunas dos quebra-ventos foram um pouco recuadas para trás. Ao final deste ano, no Salão do Automóvel de São Paulo, é lançado o Gol GTi, primeiro carro nacional com injeção eletrônica.

O motor 2.0 do GTi (AP-2000i), somente a gasolina, tinha 120cv. No final do ano o Gol na versão CL perdeu o consagrado motor AP-1600, para usar um outro derivado do 1.6 CHT da Ford —que passou a ser chamado de AE-1600 (Alta Economia)— por causa das modificações na sua estrutura e união com este fabricante, uma joint venture denominada Autolatina. O Gol ficou um pouco menos potente mas com mais torque em baixas rotações, ao mesmo tempo em que alcançava menor consumo, atingindo a marca de 12,5 km/l na estrada no modelo CL. Para a versão GL ficou disponível apenas o motor AP 1.8.

Enem 2015 2016 sisu prouni

enem sisu prouni 2015 2016 12No dia 13 de janeiro de 1937, passou a se chamar Ministério da Educação e Saúde e suas atividades passaram a ter um limite à administração da educação escolar, educação extra-escolar e da saúde pública e assistência médico-social.

Em 1953, o governo federal criou o Ministério da Saúde e tira do Ministério da Educação e Saúde as responsabilidades de administração destinadas a ela. A partir desse momento, passa a se chamar oficialmente de Ministério da Educação e Cultura (MEC) pela lei n.° 1.920, de 25 de julho de 1953.

Resultado

Inscrições

Nota de corte

Em 15 de março de 1985, foi criado o Ministério da Cultura (MinC) pelo decreto n.º 91.144. Curiosamente a sigla MEC continua, porém passa a se chamar Ministério da Educação – como é conhecido até hoje.
Veículos de transporte escolar, padronizados pelo MEC.
Em 8 de novembro de 1990, as atividades do MEC passaram a integrar a política nacional de educação; a educação, ensino civil, pesquisa e extensão universitárias; o magistério e a educação especial.

Em 12 de junho de 2000, após muitas mudanças em sua estrutura organizacional e a criação de secretarias como o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), por exemplo, o MEC passa a ter as seguintes competências: política nacional de educação; educação infantil; educação em geral, compreendendo ensino fundamental, ensino médio, ensino superior, ensino de jovens e adultos, educação profissional, educação especial e educação a distância, exceto ensino militar; avaliação, informação e pesquisa educacional; pesquisa e extensão universitária; e magistério.

Busca cep correios

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Código postal ou Código de Endereçamento Postal (CEP) é um código desenvolvido pelas administrações postais e criado com o intuito de facilitar o encaminhamento e a entrega das correspondências. Cada administração postal é livre de criar o código que melhor se adapte à realidade postal e administrativa do seu país.

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Existem diversos tipos de código postal, quer puramente numéricos, quer misturando letras e números (por exemplo o código

Atualmente (Fevereiro de 2005) cerca de 117 dos 190 países que compôem a União Postal Uni angola/cidade do kilamba bloco f pedio f9 apt 21

Brasil[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Sistema de endereçamento postal no Brasil
O sistema de código postal brasileiro, o CEP (Código de Endereçamento Postal), foi criado em 1972 por Moacyr Alves da Graça (diretor dos Correios no Brasil) em conjunto com um grupo de funcionários dos Correios (entre eles Alberto Nascimento dos Santos). Na época, o CEP era composto por cinco dígitos. Em 1992, com o aumento do volume de correspondência, passou ao formato de 8 dígitos, dividido em dois grupos, sendo o primeiro de 5 dígitos e o segundo de 3, separados por um hífen. A única empresa que atua em todos os municípios do país é a empresa estatal ECT.

Exemplo de endereçamento
Exemplo:

Av. das Nações Unidas, 7.221 19.° andar
São Paulo – SP
05425-902
Correios – Busca de CEP
A Estrutura do CEP brasileiro possui uma orientação geográfica, hierarquizada e classificada conforme o tipo de destinatário (quem recebe a correspondência).

Há uma divisão “principal” entre os municípios brasileiros com relação à entrega a pessoas comuns:

1. Os municípios com CEP único para todos os logradouros;

2. Municípios que possuem faixas de CEP para seus logradouros;

No caso do CEP único, variam-se seus 5 primeiros dígitos (prefixo) e mantêm-se o sufixo 000

Exemplo: Município de Anchieta, Estado de Santa Catarina: CEP 89970-000

Já no caso dos municípios com Faixas de CEP, podem variar seus prefixos e sufixos.

A variação do SUFIXO ou alguns dos últimos dígitos do prefixo pode ocorrer pelas seguintes causas:

1 – Logradouros: Faixa de Sufixos utilizada: 000 a 899

Este código pode variar conforme o tamanho ou localização de um mesmo logradouro. Normalmente, quando um logradouro é longo, seu CEP muda seu sufixo para se saber a faixa de numeração a ser atendida.

Exemplo: Rua Maranhão – Município de São Caetano do Sul, Estado de São Paulo

R Maranhão – do início até a numeração 539/540: CEP 09541-000

R Maranhão – da numeração 541/542 até o final: CEP 09541-001

Outro exemplo é sua localização. Caso um logradouro divida ou cruze bairros, distritos ou outro limite administrativo municipal, ou até mesmo não faça divisa mas classificou-se somente pelo lado par/ímpar da numeração, em alguns casos há a mudança do sufixo.

Exemplo: Rua José Bonifácio – Município de São Paulo, Estado de São Paulo

R José Bonifácio – numeração do lado par: CEP 01003-000

R José Bonifácio – numeração do lado ímpar: CEP 01003-001

OBS: Podem acontecer os dois casos ao mesmo tempo.

Exemplo: Avenida Paulista – Município de São Paulo, Estado de São Paulo

Av Paulista – até 610 – lado par: CEP 01310-000

Av Paulista – de 612 a 1510 – lado par: CEP 01310-100

Av Paulista – de 1512 a 2132 – lado par: CEP 01310-200

Av Paulista – de 2134 ao fim – lado par: CEP 01310-300

Av Paulista – até 609 – lado ímpar: CEP 01311-000

Av Paulista – de 611 a 1045 – lado ímpar: CEP 01311-100

Av Paulista – de 1047 a 1865 – lado ímpar: CEP 01311-200

Av Paulista – de 1867 ao fim – lado ímpar: CEP 01311-300

2 – Códigos Especiais: Faixa de Sufixos utilizada: 900 a 959

3 – CEPs Promocionais: Faixa de Sufixos utilizada: 960 a 969

4 – Unidades dos Correios: Faixa de Sufixos utilizada: 970 a 989 e 999.

5 – Caixas Postais Comunitárias: Faixa de Sufixos utilizada: 990 a 998

A base de dados do correio com a relacão dos cep com bairros, cidades e estados relacionados foi por muito tempo gratuita para qualquer cidadão no site dos correios mas agora chama-se e-dne ou Diretório Nacional de Endereços que pode ser comprada no site dos correios.

Maiores Informações: Estrutura do CEP brasileiro – http://www.correios.com.br/servicos/cep/cep_estrutura.cfm

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????????????????????????????????????????????????????????????????????O termo Podologia origina-se do grego arcaico tendo por prefixo Podos = Pé, Pés e sufixo Logos = tratado, estudo, conhecimento. Formando então Podologia: nome da ciência que trata do estudo dos pés. Podologista/podiatra – termo obviamente com as mesmas origens que designa a pessoa que aplica terapia nos pés, com estudo superior ou técnico – científico adequado em Podologia, aprofundado da anatomia, fisiologia, podopatias e conhecimento biomecânico dos pés.

Podologia é um ramo auxiliar da área da saúde cuja atuação concentra-se na anatomia e fisiologia dos pés. Desenvolve conhecimento biomecânico do tornozelo e dos pés, a fim de compreender a marcha e os problemas que a dificultam, podendo desta forma, implementar tratamento prescrito por profissionais da área médica.

No Brasil[editar | editar código-fonte]
Graduação[editar | editar código-fonte]
No ano de 2008 foi criado o primeiro curso de graduação em nível superior (Graduação Tecnológica em Podologia), na Universidade Anhembi Morumbi, integrante da rede mundial de universidades “Laureate International Universities”.

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Desta forma o Brasil conta com podólogos graduados de nível superior, podendo prosseguir seus estudos em pós graduações, mestrado e doutorado.

Graduar-se em Podologia, no Brasil, exige que o aluno passe em um processo seletivo e depois se matricule para estudar durante três anos, podendo ao fim do curso receber um diploma de Bacharelado em Podologia.

O Curso de Podologia da Universidade Anhembi Morumbi foi aprovado pelo MEC – Ministério da Educação e Cultura, através do CONSUN 011/07 de 13/08/2007. Também é reconhecido o Curso Técnico de 1200 hs, habilitando o aluno a ser um profissional com clínica própria, bem como a trabalhar como profissional multidisciplinar em consultórios médicos.

Calendário bolsa família 2015 caixa

Calendário bolsa família 2015 caixa (2)Um dos pioneiros na implantação do Bolsa Escola, programa que deu origem ao Bolsa Família, o atual senador Cristóvam Buarque (PDT-DF) foi enfático em recente entrevista à imprensa, em críticas ao atual programa de distribuição de renda do governo federal. Segundo Buarque, ao retirar a palavra “escola” do programa, o governo tirou a ênfase dada a educação, princípio básico para o desenvolvimento econômico e social de pessoas carentes. A transferência da gerência do programa da pasta da Educação para a do Desenvolvimento Social, segundo Cristovam, é uma mostra da visão puramente assistencialista:

Colaborou para isso o fato de o Lula ter tirado o nome ‘escola’ do Bolsa Escola. Quando criei esse nome, havia um objetivo: colocar na cabeça da população pobre que a escola era algo tão importante que ela ganharia dinheiro para o filho estudar. O Lula chegou e disse: ‘A pobreza é uma coisa tão preocupante que você vai ganhar um benefício por ser pobre’. Deixou de ser uma contrapartida para a ida do filho à escola. Essa contrapartida não é cobrada com a devida ênfase. A coisa amoleceu quando Lula tirou o programa do ministério da Educação, onde o Fernando Henrique tinha colocado, e levou para o ministério do Desenvolvimento Social.41

Calendário Bolsa Família 2015 mg

Muitos analistas e opositores ao Programa Bolsa Família também vêem nele apenas uma espécie de “bolsa eleitoral”, que serviria para subornar as camadas mais vulneráveis da população com transferências de dinheiro para obter eleitores cativos, sem que se constitua numa real proposta de erradicação da pobreza pelo trabalho e pela atividade econômica produtiva. Alguns críticos só se referem ao Programa Bolsa Família pelo seu apelido pejorativo de “Bolsa Miséria” ou “Bolsa Esmola”.42 O programa Bolsa Família está longe de ser unanimemente aceito pela sociedade brasileira. Entre as diversas críticas que recebe no Brasil está a de que geraria dependência, e desestimularia a busca por emprego[carece de fontes]. Não é o que pensa o Banco Mundial.23

À luz de uma série de investigações no terreno, essa crítica revela ser amplamente infundada. A quantia média recebida por uma família pobre é três ou quatro vezes mais reduzida do que o salário mínimo (RS$ 180). Portanto, de qualquer maneira, mais vale descolar um emprego, mesmo que este seja pouco qualificado. Longe de serem indolentes, as famílias interessadas trabalham, de fato, muito mais do que as outras.

Caderno do Aluno 2015

Caderno do aluno 2015 respostas (2)História da educação é uma disciplina curricular de diferentes cursos de formação em Pedagogia, Normal Superior e demais cursos de licenciaturas, além de uma área de pesquisa em expansão no Brasil.

O surgimento desta enquanto disciplina relaciona-se ao surgimento do curso de Pedagogia no Brasil na Universidade do Brasil.

Enquanto área de pesquisa, diferencia-se das pesquisas em História pelas fontes às quais recorre: arquivos escolares, museus escolares, legislações específicas, diários de classe, cadernos de alunos, etc. Os temas de pesquisa são múltiplos também, abrangendo desde as instituições educacionais, representações de infância e da profissão docente, história da educação comparada (entre estados brasileiros e entre países), história das disciplinas escolares, história do ensino superior.

Ao longo de sua história, a educação passa por grandes transformações em sua metodologia e também na forma de transmissão e assimilação de conhecimento. Nas sociedades tribais, a educação era difusa, ou seja, transmitida de pai para filho através da prática e da vivência diárias. Na Antiguidade Oriental, a educação passa a ser tradicionalista, e o ensino privilégio de uma pequena elite, ficando a grande massa excluída e restrita à educação familiar informal. Já a educação grega, buscava a formação integral, corpo-espírito e o debate intelectual. Na Grécia nascem a Filosofia, da Grécia vêm os sofistas, o diálogo socrático, a utopia de Platão e a pedagogia aristotélica, que, embora apresentasse algumas semelhanças com a grega, ao contrário desta, era mais literária do que filosófica.

Caderno do Aluno 2015 volume 2

Na Idade Média, os parâmetros educacionais fundamentam-se na idéia do homem como criatura divina, que está na Terra apenas “de passagem”, e deve preocupar-se primeiramente em salvar a alma e a vida eterna. Há o surgimento da Patrística, a defesa da fé e conversão dos não-cristãos, e da Escolástica, a mais alta expressão da filosofia cristã medieval, que recebeu esse nome por tratar-se de uma filosofia ensinada nas escolas. A educação no período medieval fica a cargo do clero, que prega uma visão de mundo Teocentrista, com métodos rigorosos e formais. Durante o período do Renascimento ocorre uma transformação nessa visão, o movimento conhecido como Humanismo, esforça-se para superar o teocentrismo, enfatizando os valores antropocêntricos. Acentua-se a busca pela individualidade do homem, do poder da razão e do espírito de liberdade crítica, em oposição ao princípio da autoridade. Por iniciativa de particulares leigos são criadas escolas que melhor se adaptam ao espírito do humanismo. É durante o período que surgem nomes como Erasmo de Rotterdam e Michel de Montaigne.

Também no mesmo período ocorre a Reforma Protestante, à qual a Igreja Católica responde com a Contra Reforma, que entre outras medidas, cria a Companhia de Jesus. A Ordem estabelece uma rígida disciplina e seus seguidores, os jesuítas tinham como objetivo inicial a propagação missionária da fé. No Brasil os jesuítas se dedicaram à pregação da fé católica e ao trabalho educativo. De Salvador a obra jesuítica estendeu-se para o sul, e, em 1570, já era composta por cinco escolas de instrução elementar e três colégios. Porém, o sistema educacional dos jesuítas era elitista e privilegiava esse pequeno grupo à ascensão social.

Com a expulsão dos jesuítas do Brasil a educação ficou em segundo plano para os dirigentes do país e manteve-se assim durante o Império.

Somente a partir da proclamação da República, em 1889, que a educação começou a ser mais valorizada, dando início ao seu processo de desenvolvimento. A partir de então passou a ser mantida pelo poder público, tornou-se obrigatória a todos e foi vista como uma forma de mobilidade social.

No século XX muitas mudanças e conquistas aconteceram na área da educação, mas até hoje, século XXI, luta-se por escolas de boa qualidade a todos.

IPVA 2015 MG IPVA 2015 SP IPVA 2015 RJ

IPVA 2015 MG - IPVA 2015 SP - IPVA 2015 RJ (2)SsangYong Motor Company (hangul:쌍용자동차, Predefinição:Kse) é a quarta maior montadora da Coréia do Sul. Seu nome significa Dragões Gêmeos. Em 1997 a Daewoo Motors comprou o controle da companhia, o qual foi vendido em 2000, em virtude de problemas financeiros. No final de 2004 a chinesa SAIC (Shanghai Automotive Industry Corporation) comprou 51% de participação.

SsangYong, pronuncia-se “xuanhiong”.

O Actyon é um utilitário esportivo da SsangYong Tem dois sistemas de tracção, um 4×2 ou 4×4, conforme a opção. Utiliza um antiquado chassis de longarinas, adequado aos jipes ‘a sério’, mas desactualizado para um SUV. O motor Diesel 2.0 litros é de origem Mercedes.

IPVA 2015 MG
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O Kyron é um utilitário esportivo de porte médio da SsangYong. Possui motor com tecnologia Mercedes Benz, 2.7, 165 cv, 5 cilindros e 20 válvulas e 2.0, 141 cavalos, 4 cilindros e 16 válvulas ambos com cambio automático de 5 marchas da Mercedes Benz modelo W722-6. Possui tração 4×4, 4×4 reduzida e 4×2. Sistema de frenagem a disco com ABS e EBD nas quatro rodas.

O Rexton é um utilitário esportivo de porte médio da SsangYong. É um veículo utilitário baseado no último Mercedes-Benz Classe M-liberada na Coréia com a SsangYong Motor Company no final de 2001. A demanda por esse veículo, na Coréia, foi grande, disponíveis em todo o mundo. Ele pode ser configurado para sete pessoas sem bagagem, ou cinco lugares mais bagagem.

O carro estava disponível com três motores: um 2,7 litros 162 hp, um 2,9 litros diesel e um 3,2 litros 217 hp, motor a gasolina, todos os fabricados sob licença da Mercedes-Benz. Atualmente esta disponivel com tres motores. Dois motores diesel ( 184 e 165 cv) 5 cilindros turbo diesel intercooler e 6 cilindros gasolina.

Em 2006, o modelo recebeu mudanças no estilo, junto com mais conforto e conveniência, e foi renomeado como o novo Rexton II.